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Vasco 1 x 1 Corinthians: Cautela justifica empate em Manaus

Corinthians Vasco

Em Manaus, na abertura da terceira rodada do Brasileirão, um empate justo entre Vasco e Corinthians. Placar de 1 a 1 que ficou de bom tamanho pelo que o Cruzmaltino não conseguiu traduzir em gols e pelo que o alvinegro não teve qualidade para fazer.

Com todos os problemas e a pressão de ter perdido os dois primeiros jogos pelo Brasileirão, o Vasco buscou a criação logo de cara. No primeiro minuto, a prenúncio do que viria a acontecer ao longo de todo o primeiro tempo. Luiz Gustavo ganhou pelo alto e mandou para fora.

Seria assim por boa parte do tempo diante da defesa reserva de um Corinthians que preferiu se poupar. Sem seis titulares, no total. Ainda assim, Mateus Vital fez uma jogadaça pela esquerda, levou dois beques consigo e tocar no contrapé do estreante Sidão. Golaço de um alvinegro frio e calculista em terra manauara.

Carille usou Jádson alinhado com Richard por dentro, no 4-1-4-1. Dois que não apareceram tanto na condução da bola. Nem na marcação. Quem foi um pouco menos desenvolto foi André Luís, buscando sempre a ponta direita e o corte para dentro. Havia tempo que ele não jogava. Parece que continua assim. 

Quem jogou mesmo foi o Vasco. Pelo meio, Lucas Mineiro apareceu bem para ajudar a construir as jogadas cruzmaltinas. Mas foi pela direita que saíram as melhores jogadas. Sempre com Pikachu dando um pé a Rossi, que acabaria sofrendo o pênalti de Carlos – em infração vista pelo Rodrigo D’alonso Ferreira somente com auxílio do VAR. Melhor para o árbitro, que assinalou um escanteio que sequer tinha acontecido.

Maxi López, com enorme categoria, deslocou Cássio para o canto direito e rolou para o esquerdo. Empate justo a despeito da pressão colocado pelo Vasco. Foi o melhor lance do argentino durante os 90 minutos. 

O Cruzmaltino chegou a colocar um calor no segundo tempo, com Rossi muito ligado até acabar o gás, aos 20. Com a saída dele, se foi a força ofensiva do Vasco. Tanto que, apesar de ter finalizado mais vezes (11 a 10), Cássio trabalhou pouco. 

Ao Corinthians, faltou reter a bola mais à frente e ter criatividade para fazer Sidão trabalhar em algum momento. Clayson e Pedrinho deram mais celeridade ao ataque, mas não funcionou. Empate justo no geral. 

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