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Ataque a ônibus do Palmeiras causa choro e pavor em jogadores

Palmeiras

 

 

“Tinha jogadores chorando. Outros tremendo. E alguns sem nenhuma vontade de entrar em campo”. Foi desta forma que uma fonte do Blog descreveu os minutos seguintes ao ataque ao ônibus que levou a delegação do Palmeiras ao Allianz Parque. Torcedores do próprio clube apedrejaram o ônibus nas imediações do estádio.

A ação ocorreu há instantes. Apesar do pavor geral, foi descartada a possibilidade de o Palmeiras não entrar em campo. O clube seria punido com um W.O. e ficaria em situação preocupante na luta por uma vaga na próxima fase da Libertadores – o jogo com o Junior Barranquilla começa às 21h30.

Algumas das pedras atiradas contra o ônibus acabaram passando pelos vidros, mas não causaram lesões aos jogadores, nem aos outros integrantes da delegação. “O principal foi a sensação de desespero. Estamos sendo atacados pela nossa torcida pouco mais de três meses depois de sermos campeões brasileiros”, reclama uma das vítimas.

Foi o segundo ataque contra o elenco depois da eliminação no Paulistão, para o São Paulo. É que, pela manhã, muros do estádio alviverde foram pichados com as seguintes frases: “time pipoqueiro”, “fora Borja” e “fora Leila”.

Os dois atos, de acordo com a fonte alviverde, têm relação com um racha recente dentro da torcida Mancha Verde. A principal organizada se dividiu e aqueles que a deixaram teriam se rebelado, iniciando ataques contra o elenco.

Tocaia pós-jogo

O drama dos jogadores do Palmeiras pode não ter se resumido às pedras no caminho do estádio. É que a Polícia Militar procurou os dirigentes alviverdes pouco depois do intervalo para revelar que, com os torcedores detidos após o apedrejamento do coletivo, foram encontrados celulares com planos para armar uma tocaia no retorno à Academia de Futebol.

Diversos atletas vão no ônibus até o CT, a pouco mais de dois quilômetros do estádio, para buscar seus carros. O Palmeiras ainda estuda como deixar o estádio, preocupado com a segurança de seus atletas. A polícia também trabalha para encontrar alternativas contra essa possível tocaia.

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