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Luan encara pressão com naturalidade por jogar no “maior do país”

Palmeiras

 

Pressão no futebol existe em grandes, pequenos e médios clubes. No Palmeiras não é diferente. O zagueiro Luan, que concedeu entrevista coletiva na Academia de Futebol, na tarde desta terça-feira, disse que muito dinheiro e investimento não são sinônimos de título.

Além disso, o defensor vê como natural a pressão de jogar no Verdão. “Dinheiro não ganha campeonato. Automaticamente tem outros times no Brasil que gastam. No Palmeiras, isso fica mais evidenciado. O que ganha é trabalho, você estar aqui todos os dias. Vejo como positivo ter vários jogadores para cada posição. Daqui a pouco começa Brasileiro, Copa do Brasil. Então, é normal a pressão, estamos no maior time do país”, afirmou o jogador.

A grande questão que norteia o Alviverde é o fato do time não render tudo aquilo que pode, especialmente na atual temporada. Mesmo com as grandes contratações e tendo um dos melhores elencos do futebol brasileiro, o time não vem apresentando um grande futebol.

Para Luan, embora não falte vontade dos jogadores dentro de campo, o mais importante no momento, é dar algo a mais, se doar e ajudar o Verdão. Além disso, é o momento de cada um assumir as suas responsabilidades. Contudo, pontuou que a metodologia da comissão técnica de Felipão é a mesma, desde o retorno, no ano passado.

“A gente se questiona (sobre o rendimento). Tivemos uma conversa boa com o professor. Nós jogadores temos que assumir as responsabilidades e melhorar a cada dia. Os nossos treinamentos são os mesmos. É desenvolver o papel dentro de campo. Não acho que falta algo de algum jogador. Tem que tentar mais, querer mais e as coisas vão fluir naturalmente”, emendou.

Palmeiras e Junior Barranquilla se enfrentam nesta quarta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), no Allianz Parque. O Verdão é o segundo colocado do Grupo F da Libertadores e precisa da vitória para voltar a liderança, que pertence ao San Lorenzo, da Argentina. Caso some os três pontos, os comandados de Felipão eliminam os colombianos da competição continental.

 

 

 

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