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Resultados históricos confirmam: Grêmio é exemplo a ser seguido no Brasil

Grêmio

Maior receita bruta da história do clube: R$ 402 milhões, 16% a mais que em 2017; EBITDA de R$ 136 milhões, indicando um incremento de 56%; superávit de R$ 54 milhões, marca inédita e 391% acima do período anterior; R$ 74 milhões em receitas com o Quadro Social, o que representa um aumento de 11%; redução de mais de 67% no endividamento bancário e diminuição em 32% no passivo circulante, resultando na melhoria de mais de 19% no resultado financeiro. Estes números relativos a 2018 representam, na prática, o que é o ​Grêmio de Romildo Bolzan Júnior.

Lá em 2015, quando assumiu indicado por Fábio Koff, se tinha a desconfiança sobre a sua capacidade de gerir uma instituição esportiva. Afinal, vinha com pouca experiência e não era visto como um homem ligado ao futebol. De início, até demorou para se livrar de amarras políticas para conseguir colocar em prática suas reais ideias. Mas, depois, deslanchou. Não se cansou enquanto não colocou o Tricolor no rumo das boas práticas diretivas e, em determinados aspectos, até o deixa, por exemplo, à frente do Palmeiras, que não consegue manter um superávit crescente.

Sim, o Grêmio, no momento, é um exemplo a ser seguido. E veja só: os resultados esportivos, na prática, não foram os esperados na temporada passada – se apostava em, no mínimo, uma conquista de maior expressão, além da Recopa Sul-Americana e do Campeonato Gaúcho. Mas isso não impediu de se atingir resultados históricos.

Este é o sinal claro de que o passado de brigas internas e de pouca valorização de medidas financeiras austeras ficou para trás. Claro que, como sempre a direção ressalta, este é apenas o início de um processo. Não há dinheiro sobrando, pelo contrário. Mas, ao mesmo tempo, está se sabendo administrar a grana disponível. Que continue assim, e que o Grêmio saiba, lá na frente, manter este nível de gestão que começa a ser invejado por muitos.

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