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Rumo a Chape, será inusitado ver Gum em ação por outro clube da Série A

Chapecoense Fluminense

 

No futebol contemporâneo, histórias de longevidade e grande conexão entre atletas e clubes estão cada vez mais raras – especialmente quando o assunto é jogador de linha -, já que goleiros tendem a fincar raízes por mais tempo.

Em dezembro, um vínculo de longa data se encerrou por desacordo entre as partes: após nove anos de clube, mais de 440 jogos realizados e dois títulos brasileiros conquistados, o zagueiro Gum deixou o ​Fluminense.

​​Logo em janeiro, semanas após o anúncio da saída de Gum do clube das Laranjeiras, primeiras informações ligaram o defensor ao CSA, equipe alagoana que disputará a Série A em 2019. Por divergências salariais, a negociação não prosperou.

Agora, com a temporada já rumando ao seu segundo mês, o zagueiro de 32 anos parece em vias de definir seu futuro, curiosamente rumando a um clube que foi ‘pedra no sapato’ do Tricolor Carioca por muito tempo: a ​Chapecoense. As partes estão praticamente acertadas, restando pequenos detalhes para o anúncio oficial.

Para o torcedor tricolor, será no mínimo inusitado assistir o zagueiro com outra camisa, ou vê-lo como adversário pelo menos em duas ocasiões na temporada (Brasileirão). Ainda que nunca tenha sido unanimidade técnica, Gum sempre se destacou pelo seu profissionalismo e respeito à camisa tricolor, sendo um dos jogadores mais sanguíneos da história recente do clube.

No ano de 2018, quando o Fluminense mergulhou em uma crise financeira sem precedentes e flertou intensamente com o rebaixamento, o defensor se mostrou como um dos mais incomodados com toda a situação, brigando pela equipe mesmo em um contexto de salários atrasados e guerra política nos bastidores.

Pelo longo hiato desde sua última partida oficial, disputada em dezembro de 2018, é difícil projetar como Gum chegará ao Verdão do Oeste, caso a negociação seja de fato sacramentada. O que o torcedor da Chape pode esperar com a aquisição é dedicação, fibra e comprometimento, além de liderança positiva nos bastidores.

Preencherá uma carência evidente no elenco catarinense, que perdeu Fabrício Bruno para o Cruzeiro, em retorno de empréstimo. Esportivamente, o zagueiro já vive sua curva técnica para baixo, além do fato de não ser mais garoto (32 anos).

 

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