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Mineirão marca nova era do Galo na Libertadores

Atlético Mineiro

 

Começa nesta quarta-feira (6) uma nova página na história do Atlético. Depois de jogar e vivenciar as Copas Libertadores desta década, preferencialmente, no estádio Independência, o Galo decidiu se mudar para o velho conhecido Mineirão, três vezes maior do que o Horto. O Gigante da Pampulha será a casa alvinegra, inicialmente, na fase de grupos deste ano, mas que pode se estender para o restante da competição, dependendo de como se der a sintonia torcedor e equipe em campo.

O primeiro desafio é diante do Cerro Porteño-PAR, duelo que abre o grupo E do torneio continental – antes, o time mineiro precisou superar Danubio-URU e Defensor-URU nas fases prévias da Libertadores. A bola rola às 19h15 nesta Quarta-Feira de Cinzas. E o torcedor atleticano parece que gostou da ideia de mudar de casa. Até esta terça-feira (5) à noite, 30 mil torcedores já tinha adquirido ingresso para o duelo desta noite. A venda ainda continua nesta quarta, inclusive, no Mineirão, até o intervalo da partida.

Os jogadores aprovaram a mudança. “O campo do Mineirão é muito melhor do que do Independência. Nesse jogo contra o Defensor, o campo estava seco, não em boas condições. Ontem (segunda-feira), fui ao Mineirão e o campo estava perfeito. Dá para fazer um bom jogo. Temos que correr, ganhar e começar com o pé direito”, destacou o meia Cazares, que estava em campo na última partida do Galo no Mineirão como mandante. Foi contra o Jorge Wilstermann, há um ano e sete meses, pela Libertadores de 2017.

Campeão da Libertadores de 2013 – título conquistado após a final contra o Olimpia, no Mineirão –, o goleiro Victor evidenciou a força do Horto nesses últimos anos, mas destacou a importância de se jogar num estádio maior. “Por mais que o Atlético venha jogando no Independência nos últimos anos e tenha construindo uma identidade forte com o estádio, a história do clube se passa no Mineirão, um palco de grandes jogos, grandes conquistas”, ressaltou.

Depois da partida desta quarta-feira, contra o Cerro Porteño-PAR, o Galo volta à Montevidéu para enfrentar o Nacional-URU, na próxima terça-feira. A partida contra o Zamora-VEN, o outro adversário do grupo, acontece só dia 3 de abril, em BH.

 

Cerro vai em busca de seu primeiro título da Libertadores

Considerada a equipe mais popular do Paraguai, o Cerro Porteño participa de sua 40ª Libertadores. O time nunca foi campeão e ainda viu o arquirrival Olimpia vencer a competição três vezes. O máximo que conseguiu foi chegar seis vezes à semifinal, a última delas, em 2011, quando caiu diante do Santos, de Neymar.

O El Ciclón se classificou para a edição deste ano por ter tido a segunda melhor campanha nos Torneios Apertura e Clausura. A equipe é dirigida pelo técnico espanhol Fernando Jubero, que assumiu o time no fim de 2018. O Cerro Porteño é o quarto colocado da atual Apertura, com 17 pontos em nove jogos. No último domingo, venceu o Sportivo Luqueño por 2 a 0, depois de três partidas sem vitória.

Atlético e Cerro já se enfrentaram quatro vezes na história, com uma vitória para cada lado e dois empates. Os dois jogos realizados no Mineirão terminaram empatados (1 a 1 em 1972 e 2 a 2 em 1981).

 

Formação

Time

O técnico Levir Culpi fechou os treinos e não revelou a equipe que entra em campo nesta quarta-feira. A única certeza é que ele não poderá repetir o time do jogo contra o Defensor-URU, já que o volante Zé Welison, expulso, cumpre suspensão.

Possibilidade

Se quiser, Levir pode colocar em campo o time dos três primeiros jogos na Libertadores, com Chará no ataque. Réver, que não treinou na segunda por causa de um incômodo na coxa, participou normalmente do treino nesta terça-feira.

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