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Novos nomes da geração 2000 do Grêmio estão na mira da Europa

Grêmio

 

​De 2016 para cá, o ​Grêmio faturou alto com a venda de revelações de suas categorias de base. Em uma lista que conta com Marcelo Grohe, Walace, Pedro Rocha, Arthur e, agora, Tetê, mais de R$ 270 milhões entraram nos cofres tricolores. Só que o assédio aos garotos não para. A chamada geração 2000 desperta o constante interesse de equipes da Europa

Depois de venda de Tetê para o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia (o Grêmio embolsou R$ 42 milhões por 45% dos direitos e ainda ficou com 15%), se engana quem acha que não existem novos nomes já com fama internacional. Com histórico de convocação para as seleções de base, o volante Victor Bobsin está constantemente no “olho do furacão”, muito por conta da presença de empresários que buscam exploram novos mercados e pela análise feita pelas chamadas equipes de prospecção de clubes de fora do País.

Já o meia-atacante Guilherme Azevedo é observado pelo Paris Saint-Germain, da França, enquanto o volante Fernando Henrique figura na lista do Atalanta, da Itália. Por sua vez, o centroavante Da Silva, que foi um dos grandes destaques da Copa São Paulo de Futebol Júnior, no início de 2019, e que já possui um acordo para renovar contrato por mais três anos, está no radar de equipes da Rússia, Espanha e Holanda. O Tricolor não pretende negociar nenhum destaque de seu time sub-20. Alguns deles, inclusive, foram incorporados ao chamado elenco de transição, uma espécie de equipe B que está prestes a embarcar para o Velho Continente para realizar cinco amistosos em Portugal e na Espanha.

 


Fonte: 90min

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