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Corinthians sugere acordo em dívida que quase penhorou taça do Mundial

Corinthians

 

Taça de 2012 quase foi penhorada por conta de dívida. Foto: TOSHIFUMI KITAMURA/AFP PHOTO

 

 

O Corinthians ainda tenta quitar a dívida com o Instituto Santanense de Ensino Superior, que chegou a gerar a penhora da taça do Mundial de Clubes de 2012, suspensa por meio de liminar. Sem haver acordo entre as partes, o clube enviou para a Justiça um pedido de parcelamento do débito de aproximadamente R$ 2,5 milhões em seis prestações, além de um sinal à vista.

Nesta quinta (14), a 3ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a universidade se pronuncie sobre a proposta corintiana. O clube também pede que sejam tornados sem efeitos bloqueios de seus créditos junto à CBF e às operadoras de cartões Cielo e Redecard para que possa efetuar o pagamento.

Segundo as contas dos advogados alvinegros, já foram pagos R$ 53 mil por meio de depósito judicial, além de terem sido bloqueados R$ 270 mil. O plano do clube é pagar 30% do valor restante como sinal. Seriam cerca de R$ 431 mil pagos até o próximo dia 22. Entre 22 de março e 22 de agosto seriam depositados a cada 30 dias R$ 291.000 acrescidos de juros. No entanto, o valor exato do débito ainda deverá ser determinado pela Justiça. As datas também podem sofrer alterações. Em seu pedido, o Corinthians lembra que o formato de parcelamento escolhido está previsto no Código de Processo Civil para casos como este.

A penhora do troféu havia sido obtida em novembro do ano passado, tendo sido suspensa por liminar em seguida. A dívida foi gerada por um antigo acordo para uma unidade da universidade funcionar no Parque São Jorge. As partes entraram em litígio, o Corinthians não nega a dívida, mas afirma que também tem receitas a receber da ex-parceira.

“Mantemos o diálogo aberto com a Santanense, com o objetivo de pôr fim amigavelmente aos processos que envolvem as partes, observando critérios de razoabilidade e viabilidade”, afirmou ao blog sobre o caso Fabio Trubilhano, diretor jurídico do Corinthians.

Com Pedro Lopes, do UOL, em São Paulo

 

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