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Santos 1 x 0 Mirassol: Com técnica e disciplina

Santos

 

Vitória do time que tem técnica e disciplina para confiar em seu estilo até o minuto final. E no último lance conquistou os três pontos pelo merecimento. E por não se contentar com o zero a zero que se arrastava na tarde paulistana. Batalha vencida na trincheira, na dividida de Jean Mota, artilheiro do campeonato com seis gols.

Não parecia ser a tarde do Peixe, no Pacaembu, novamente com bom público. Vários titulares poupados, seja pela viagem a Teresina no meio de semana, seja pela partida contra o River Plate, no Uruguai.

Mas os jogadores que estavam em campo estavam cumprindo exatamente o que Sampaoli pedia. Muita posse de bola e amor pelo ‘balón’, com Yuri próximo à dupla de zaga e Diego Pituca mais uma vez comandando a transição do time, com passes curtos e monitoramento das jogadas.

O Mirassol se portou com um olho grande no empate sem gols. Formou uma barreira atrás da linha da bola e chamou o Peixe para o seu campo. A primeira ideia era a de não sofrer gols.

A bola girava para lá e para cá, sem que o Santos conseguisse levá-la até a área super congestionada de Tiago Cardoso. Foi assim até o intervalo. Mudou depois dele.

Cueva, em sua estreia, passou a descolar alguns espaços partindo da meia esquerda. Foi pedido do técnico. Foi relativamente bem. Teve uma oportunidade de se consagrar. Parou em Gustavo Henrique, mal posicionado dentro da pequena área do adversário. Bloqueio involuntário.

Como também foram os erros técnicos do venezuelano Soteldo. Claramente em um dia abaixo, na hora de concluir. Acelerava bem pela ponta. Pecava no chute, como no que teve, na pequena área, e jogou para fora – mesmo com o gol aberto. Ou a bola que ele mandou no tobogã, em chute da entrada da área.

O Santos melhorou. Insistiu. Tinha a ideia. Faltava colocá-la em prática. Ou fazê-la funcionar. Eis que três dos quatro gringos em campo fizeram a mágica.

Carlos Sánchez inverteu uma bola forte e bem na ponta direita. Soteldo, do alto de seu 1,60m, matou no peito. Cortou e fez o passe. Derlis gingou, limpou duas vezes e fez o chute cruzado. Por baixo, Jean Mota foi perseverante. E marcou.

Foram 21 chutes. Até furar o bloqueio. Vitória de gana do Peixe, o melhor time do Paulistão com 15 pontos.

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