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Danúbio 2 x 2 Atlético Mineiro: Oportunidade desperdiçada

Atlético Mineiro

 

No acanhado Luis Fransini, em uma tarde-noite de verão em Montevidéu, o Atlético Mineiro perdeu duas vezes a oportunidade de estrear na Libertadores com vitória. Sofreu dois gols evitáveis, em jogadas pelo lado. No final, 2 a 2 contra um Danúbio batalhador.

O empate sofrido pelo Galo no último lance do primeiro tempo, na única infiltração uruguaia, mostra como a Libertadores é uma competição traiçoeira.

O Danúbio nada fazia ofensivamente, no 4-4-2 bem padrão. Com Grossmüller circulando às costas dos volantes e buscando a aproximação com o centroavante. Sem conseguir. O único jeito era na base de cruzamentos, incipientes pela estatura elevada de Réver e Igor Rabello.

Enquanto isso, o Galo se compactava atrás da linha da bola. E saía pela esquerda, geralmente, com Luan e Fábio Santos em boa sintonia.

Ao forçar um pouco mais, criou pelo menos três oportunidades cristalinas de gol. Cristóforo salvou todas elas.

Isso até Cazares enfiar um bolão para Ricardo Oliveira disparar. Entrar na área. E tocar cruzado. Impedido, é verdade. Merecido também. 1 a 0.

Jogo controlado pelo espaço. Por não oferecer condições ao adversário crescer na partida, também pelo ambiente nada hostil de um estádio que tinha mais atleticanos que danubianos.

Pois é. Mas nessa competição não é permitido relaxar. Muito menos ser batido na velocidade do jeito que Fábio Santos foi por Oliveira dentro da área. Grossmüller fez o passe que chegou a Rodriguez, livre para empatar. 1 a 1.

O Danúbio não se conformou com a igualdade. Rondou a área de Victor – por sinal, não era noite do arqueiro do Galo. Em duas saídas do gol, o camisa um não decidiu o lance, deixando a bola escapar.

Mas o grande duelo da noite foi protagonizado entre Ricardo Oliveira e Cristóforo. O arqueiro uruguaio executou quatro intervenções neste duelo particular. Mostrou poder de reação para ir buscar as finalizações do centroavante atleticano.

A persistência do camisa nove, porém, foi vital. No primeiro momento em que o Galo colocou a bola no chão e procurou o melhor passe. Ponto positivo para Victor Bolt, em passe perfeito. Ricardo cumprimentou, com talento, na rede.

Só que a vantagem no placar não durou cinco minutos. Os laterais do Galo não tiveram uma boa atuação. E foi em cima do setor de Patric que Sosa chegou à beirada do campo e cruzou. Felipe, dividindo com Fábio Santos, testou firme. Não dava para Victor. 2 a 2.

O empate ficou de bom tamanho para o time brasileiro. Por marcar dois gols fora de casa. Por ter o apoio da torcida no jogo da volta.

 

 

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