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Vasco 3 x 1 Chapecoense: Na conta do gringo

Futebol Vasco

 

São Januário estava tenso diante de um jogo que se apresentou complicado até os minutos finais. Um certo Maxi López tratou de tirar de sua manga uma bela atuação na segunda etapa para decidir o placar de 3 a 1 de um Vasco que mereceu bater a Chapecoense, no fechamento da rodada 21 do BR-18.

Foi equilibrada e nivelada por baixo a etapa inicial no duelo direto pela parte de baixo da tabela. Mal jogado e mal pensado na fase ofensiva de ambos os lados. Truncado de mais. Construído de menos.

Quem mais fustigou o gol foi o centroavante Maxi López. Visualmente mais seco. Claramente a fim de deixar sua marca pelo Cruz-Maltino. A bola pouco chegou. Por pouco, o camisa 11 não transformou o único limão que recebeu na área em uma bela limonada. Cabeceio rente a trave aos 44.

Antes disso, nada muito interessante a ser destacado. Vasco com muita qualidade pelos lados com Yago Pikachu e Wagner pelos flancos. E uso limitado dela.

Por dentro, uma trinca de meio-campistas que não ofereceu opções para troca de passes. Sobretudo Andrey, o mais qualificado deles tanto na condução como no arremate de fora da área. Deixaram o gringo muito isolado.

As equipes se espelhavam taticamente, num 4-1-4-1. Mas a Chape não fez tanta questão de avançar os chamados externos. Embora tenha usado, nos primeiros 10 minutos, bem o flanco direito com Bruno Silva.

Era a velocidade que o Verdão queria. Para isso, Guto deixou Wellington Paulista no banco. Preferiu ter um homem mais de área como Leandro Pereira – que não foi percebido em meio a outra boa atuação da parelha de beques do Vasco, Luis Gustavo e Bruno Silva.

Valdir Bigode destravou a meiúca. Colocou Vinicius Araújo na vaga de Desabato. A mexida fez o jogo se abrir indiretamente. Porque Maxi López encontrou a infiltração de Wagner, aos 8, e enfiou um bolão. O combo domínio e finalização tratou de dar um toque de classe no gol do Vasco. 1 a 0.

A Chape também havia se preparado para buscar um gol tão logo começou o 2º tempo. Com Vinicius também. Mas errou muitos passes. Não havia transição bem feita. Diogo Torres entrou para melhorar os arremates de média distância.

A bola parada sempre perigosa do time de Chapecó apareceu para empatar o jogo aos 33. Em um vacilo clamoroso da defesa adversária. Canteros ergueu na primeira trave e ninguém atrapalhou o cabeceio tranquilo de Leandro Pereira. Empate aos 33. Sofrimento no ar.

Haveria mais sofrimento se não fosse Maxi López. O argentino estava ligado como já foi destacado. Foi técnico ao cortar a marcação, após passe de Andrey, usar um giro rápido e bater cruzado, no canto esquerdo. Na câmera. Foco no desempate. 2 a 1.

Impressionante como ele tem buscado ajudar o time. Em uma noite na qual Pikachu não esteve à altura do melhor jogador do Vasco no ano.

A função do melhor em campo foi definitiva também aos 46. Um minuto depois de Diego Torres quase acertar o ângulo de Silva.

Maxi López aguentou a marcação e lançou no vazio. Thiago Galhardo, que substituiu a Pikachu, passou de passagem pelo lateral e tocou, com classe, na saída de Jandrei.

Vitória de 3 a 1 está de acordo com a tentativa Cruz-Maltina de vencer um duelo direto. Algo que não foi possível na última segunda. Palavra que o torcedor do Vasco quer, de vez, esquecer. Três pontos fundamentais nesta busca.

 

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