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Santos terá prejuízo financeiro irremediável em caso de punição por Sánchez

Santos

​O ​Santos investiu pesado para o segundo semestre. Além das contratações dos gringos Carlos Sánchez, Derlis González e Bryan Ruiz, o clube passou a despender praticamente R$ 700 mil mensais para ter Cuca e sua comissão técnica.

Tudo isso, obviamente, pensando em disputar títulos. Atrasado na tabela do Campeonato Brasileiro, boa parte do foco acabou se voltando para as disputas de mata-mata. E é por isso que esta segunda-feira é tão importante para o futuro imediato do Peixe.

Nesta tarde, a Confederação Sul-Americana de Futebol dará um parecer a respeito da possível escalação irregular de Sánchez no duelo de ida oitavas de final da Libertadores, frente ao Independiente. Caso fique comprovado o erro, o prejuízo é praticamente irreversível.

O empate em 0 a 0 obtido na Argentina se transformaria em uma derrota por 3 a 0, e tirar esta desvantagem nesta terça-feira, no Pacaembu, seria como apostar em um milagre. E a preocupação vai para além das quatro linhas.

Depois de cair na Copa do Brasil e ficar sem os R$ 6,5 milhões que são dados a cada um dos semifinalistas do torneio – sem contar, obviamente, o prêmio de R$ 50 milhões ao campeão -, uma outra eliminação significaria perder de cara, também, outros R$ 3,1 milhões que cada um dos participantes das quartas de final do torneio continental ganham da Conmebol, afora uma renda significativa de bilheteria.

O Santos tem para pagar, até o final do ano, uma dívida de R$ 119 milhões. Em um primeiro momento, tentou amenizar isso com a venda do zagueiro Lucas Veríssimo. No entanto, as tratativas com Zenit e Sparta, da Rússia, e Torino, da Itália, não avançaram. Ou seja, os problemas são gigantescos.

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