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Internacional 0 x 0 Palmeiras: Igualdade no jogo e nos uniformes

Futebol Internacional Palmeiras

Na fria Porto Alegre, o jogo foi igual aos uniformes de Internacional e Palmeiras na primeira etapa. No fim, o placar de 0 a 0 diz respeito à força defensiva de duas equipes que se compactam muito bem e não tomam gols há muito tempo.

O Colorado esteve irreconhecível em campo. Não na bola. Mas no uniforme cinza desenhado para homenagear o concreto das arquibancadas do Beira-Rio – que estavam com grande público.

O que conseguiram foi confundir a cabeça do blogueiro, uma vez que cinza não contrasta com verde.

Na bola, o Inter encontrou dificuldades para duelar com um Palmeiras bem postado e que bloqueou as infiltrações de Edenílson e de Patrick por dentro.

O Alviverde foi melhor do que a encomenda assim como tem sido o trabalho de Felipão em seu retorno ao time. Mesmo com sua formação alternativa, criou pelo menos quatro grandes oportunidades de abrir o placar.

Explorou bem as virtudes de Victor Luis pela canhota. E o apoio de Hyoran em cima de Zeca. Jean, por exemplo, apareceu aos 10 na pequena área para mandar para fora.

Lance tão perigoso quanto o carrinho de Deyverson, 22 minutos depois, que aparou chute torto de Moisés e quase o transformou em bola na rede.

Ótima primeira etapa do Palmeiras, que voltou de branco dos vestiários para mostrar, de fato, uma diferença visual entre os uniformes.

O alviverde promoveu uma autohomenagem ao usar os dois uniformes mais tradicionais do time no dia de seu 104° aniversário. Ao mesmo tempo, encontrou problemas para sair de uma armadilha montada pelo Inter.

Deyverson ficou muito isolado. Mesmo que esteja em bom momento não é autossuficiente. Willian entrou para ser mais um auxiliar de Diogo Barbosa que companheiro do centroavante.

Peças mais adiantadas por Odair Hellmann para encurralar o adversário. Estava faltando criar a oportunidade de finalizar. As mudanças vieram neste sentido.

Brenner mais móvel em relação a Jonatan Álvez (que pouco fez). Camilo mais construtor de jogadas na vaga do veloz porém insipiente Rossi. E o ídolo D’alessandro para conduzir o time aberto pela direita.

No frigir das bolas, a jogada mais perigosa saiu na bola parada. Cuesta seria o herói. Weverton não deixou. Grande defesa à queima-roupa. Foi o símbolo da segurança de uma equipe que chega ao 9° jogo sem ver sua rede ser balançada.

Etapa mais de acordo com o que o Colorado mostra na bela campanha do BR-18. Faltou força ofensiva sobrou consistência defensiva para acumular o 6° jogo sem ser vazado.

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