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Análise sobre rival da Libertadores é deixada em segundo plano no Galo

Atlético Mineiro

Em meio ao desastroso resultado em casa contra o lanterna Atlético-PR, os atleticanos ficaram conhecendo, na noite de quarta-feira, o adversário nas oitavas de final na Copa Libertadores da América e o caminho até uma possível final. O Galo irá encarar o Jorge Wilstermann, da Bolívia.

Como o momento no Brasileirão é muito ruim, as análises sobre o rival foram superficiais e deixadas de lado no momento. “Todo adversário nesse momento da competição, é difícil. Se classificou, é porque teve méritos. Vou falar em outro momento. Quando se aproximar do jogo da Libertadores, eu falo melhor”, disse o técnico Roger Machado.

“Não conheço muito esse adversário. Vi o jogo deles contra o Palmeiras, que venceu em casa. É um time que joga muito atrás da linha da bola, muito agressivo para marcar. Mas agora nem quero falar muito de Libertadores porque a nossa situação no Campeonato Brasileiro está delicada”, afirma o volante Rafael Carioca.

Questionado sobre o fato de o Atlético só encarar brasileiros na Libertadores em uma eventual final, o jogador destacou as diferenças entre brasileiros e sul-americanos. “Não sei (se é bom ou ruim pegar brasileiros só em uma possível final). Os times brasileiros têm muita qualidade individual. Os times argentino, boliviano, paraguaio, uruguaio, eles têm muito forte o conjunto, até mais do que nós (brasileiros)”, analisa.

“É difícil analisar. Ainda não vi os confrontos. Só sei que a gente vai pegar o Jorge Wilsterman, mas acredito que temos tudo para chegar longe nessa Libertadores. Até porque o elenco é grande, de qualidade e temos que vencer pelo menos um campeonato grande neste ano”, completa Carioca.

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